No culminar e epilogo do cursus honorum de mais uma etapa do percurso académico eivam no meu espírito e temperamento emoções contraditórias. Sobressaem e perpassam as pessimistas. Sim. Incompreensão e desamparo. O que me "safa" é que o corpo humano é 70% de água e eu, bom nadador, tenho conseguido manter-me à tona. Nunca perdi o sentido de orientação mas começo a não ter "estômago" para aturar certas situações. Tomei consciência que não vale a pena transpirar por determinadas causas, objectivos e metas, sobretudo se forem propostas por outrem. Sei qual é o meu valor, assim como sei reconhecer o valor dos outros. A valorização ou desvalorização que façam de mim nada diz sobre as minhas capacidades, competências e empenhamento e de forma alguma serve para alimentar ou melindrar o meu ego, acariciar o goto ou roer o fígado. De resto, quem me valoriza ou desvaloriza por mais próximo, solícito e cooperante que seja, nada conhece, é um estranho absoluto ante o meu esfor...